Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Após um falecimento, há decisões urgentes, burocracia complexa e questões legais e emocionais. Estes guias foram escritos para ajudar a família a navegar cada etapa.

122 guias
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Prático 4 min

Doar o Corpo à Ciência em Portugal: Como Fazer

Seis faculdades de medicina aceitam doações. O processo começa em vida, com uma declaração reconhecida por notário — e é compatível com a doação de órgãos.

Seis faculdades de medicina em Portugal aceitam doações de corpo para ensino e investigação — Lisboa, Porto, Coimbra, NOVA e Beira Interior. O processo passa por uma declaração reconhecida por notário, feita em vida, e é compatível com a doação de órgãos. O passo mais importante: garantir que a família sabe da decisão, para que a instituição seja avisada a tempo.

Prático 8 min

O Que Vestir num Funeral: Guia Prático de Cores, Peças e Protocolo

Preto ainda é obrigatório? E se a família pedir cores? O que vestir num velório, numa cremação, com crianças — e o que evitar sempre.

Preto ou tom escuro neutro, em corte sóbrio e sem elementos chamativos. Guia completo com tabela de cores, o que vestir e evitar para homens, mulheres e crianças, o que muda consoante velório, missa, cremação ou funeral civil, e o que fazer se a família pedir cores.

Prático 4 min

Música para Funerais: Como Escolher e Sugestões por Momento

A música certa não é a mais solene — é a que faz sentido para quem partiu. Sugestões por momento da cerimónia, e o cuidado a ter se for transmitir online.

A música certa não é a mais solene — é a que fazia sentido para quem partiu. Sugestões práticas por momento da cerimónia (entrada, reflexão, saída), o lugar do fado em funerais portugueses, e um detalhe moderno pouco conhecido: transmitir a cerimónia online com música protegida pode fazer plataformas cortarem o som automaticamente.

Prático 5 min

Doação de Órgãos em Portugal: Mitos, Lei e Como se Opor

Todos os portugueses são dadores por defeito, desde 1993. Não é preciso inscrever-se para doar — só para recusar. O que a lei diz, e os mitos mais comuns.

Desde 1993, todos os portugueses são automaticamente dadores de órgãos após a morte, salvo recusa expressa. Como se registar no RENNDA se quiser recusar (total ou parcialmente), os mitos mais comuns sobre doação — incluindo o receio infundado de que os médicos "desistem mais depressa" de um dador — e que órgãos podem ser transplantados.

Prático 4 min

Cemitérios: Regras, Taxas e Manutenção de Campas e Jazigos Municipais

Uma concessão de jazigo não dá propriedade — dá direito de uso. E cada câmara municipal tem as suas próprias regras e taxas.

Concessões de jazigos e sepulturas perpétuas não dão propriedade, só direito de uso — e cada município fixa as suas próprias taxas e regras. Como funciona a manutenção, a transmissão por herança, e o que significa uma sepultura ser declarada abandonada.

Prático 6 min

Exumação e Trasladação de Ossadas: Como Pedir e o Que Custa

A câmara notifica, e a partir daí tem de decidir. Quem pode pedir, onde, e porque é que a mesma taxa custa €3 num concelho e €1.300 noutro.

A lei proíbe abrir uma sepultura antes de 3 anos, salvo mandado judicial. Depois disso, o processo é pedido à câmara municipal — mas as taxas variam enormemente entre concelhos, de cerca de €3 a mais de €1.300 para o mesmo procedimento. Quem pode pedir, como funciona a trasladação para outro cemitério, e o que acontece se ninguém responder às notificações.

Prático 4 min

Caixão Aberto ou Fechado no Velório: Como Decidir

A decisão é quase sempre da família — mas nem sempre é livre. O que pesar, e o trabalho silencioso que torna possível uma última imagem tranquila.

A decisão sobre caixão aberto ou fechado é quase sempre da família, mas nem sempre é livre — a condição do corpo pode limitar a opção. O trabalho de tanatopraxia que torna possível uma última imagem tranquila, as razões a favor de cada escolha, e como resolver quando a família não está de acordo.

Prático 5 min

Remoção e Transporte do Corpo: Do Hospital ao Cemitério

Ninguém pode obrigá-lo a contratar uma agência específica — nem o hospital, nem o lar, nem a polícia. Como funciona o transporte, e quanto custa consoante a distância.

Nenhuma entidade — hospital, lar, polícia — pode impor uma agência funerária específica: é um direito do consumidor pouco conhecido. Como funciona o transporte do corpo entre o local do óbito e o funeral, os custos aproximados por distância (local, intermunicipal, entre ilhas, internacional), e o que acontece quando não há ninguém disponível para tratar de imediato.

Prático 6 min

Como Escrever um Obituário: Estrutura, Exemplos e Onde Publicar

A informação prática que ninguém pode faltar, o tom que se acerta à terceira tentativa — e três modelos prontos a adaptar.

A informação prática que não pode faltar num obituário — velório, funeral, morada, hora — e três modelos prontos a adaptar, do mais factual ao funeral civil. Onde publicar, quanto custa no jornal, e o teste da frase que só se aplica àquela pessoa.

Prático 7 min

Cremação ou Enterro: Diferenças, Custos e o Que Diz a Lei

A lei equipara as duas desde 1998. O que as separa são custos, prazos e o que acontece a seguir — incluindo o levantamento de ossadas ao fim de 3 anos, que quase ninguém antecipa.

A lei equipara cremação e inumação desde 1998. O que as separa são os custos continuados, a disponibilidade de crematório, e a exumação obrigatória ao fim de 3 anos no caso do enterro. Inclui os requisitos legais da cremação: autorização judicial após autópsia e remoção de pacemaker.

Prático 5 min

Missa de 7.º Dia e de 1.º Mês: Significado e Como Marcar

A tradição vem do século IV, não é recente. O que significa cada uma, como marcar na paróquia, e o que fazer se a família não for praticante.

A tradição da missa ao 7.º e ao 30.º dia remonta ao século IV, documentada por Santo Ambrósio — não é recente nem exclusivamente portuguesa. O significado de cada uma, a diferença entre elas, como marcar na paróquia (sem custo obrigatório), e o que fazer se a família não for praticante.

Prático 8 min

Funeral Civil ou Laico: Como Organizar uma Cerimónia sem Religião

Não há celebrantes profissionais em Portugal, e a agência funerária não organiza a cerimónia. Alguém da família vai ter de o fazer — e é mais fácil do que parece.

Em Portugal não existe a profissão de celebrante civil, e a agência funerária trata da logística mas não da cerimónia — alguém da família vai ter de conduzir. Uma estrutura de 25 a 40 minutos, o que dizer na abertura e no fecho, como gerir testemunhos e música, e o que fazer quando parte da família é religiosa.